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Zenza e Karminha

Privacidade, sem letra miúda

A gente pede pouco, usa com cuidado e devolve o controle pra você. Esta página explica, em linguagem simples, como tratamos seus dados pessoais conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/2018).

Atualizada em 2 de setembro de 2026.

O que coletamos (e só isso)

Quando você pede um presente, como o Kit Calmaria, o formulário pergunta: nome, e-mail e WhatsApp. Também registramos a data do seu pedido e por qual caminho você chegou (por exemplo, Instagram ou busca). Nada além disso, nada escondido.

Se você compra algum material, o checkout pede também nome completo e CPF. Eles existem por um motivo só: emitir a sua nota fiscal, como a lei exige. Não entram em lista de e-mail, não viram segmentação e não vão pra lugar nenhum além da nota.

Se você usa o Meu Jardim, entra também o que você registra ali: como chegou no dia, as coisinhas que marcou, suas lembranças, os livros da sua estante e os recadinhos que deixa. Se quiser, você pode acrescentar uma foto e o seu signo, que existem só pra dar rosto ao seu jardim e são opcionais dos dois lados: dá pra não colocar e dá pra tirar depois. Isso tudo é seu, tem seção própria mais abaixo e o cuidado é maior.

Os dados do seu cartão nunca passam por aqui. Eles são digitados direto no ambiente do Mercado Pago, que processa o pagamento; a gente recebe de volta apenas se a compra foi aprovada.

Pra que usamos

Usamos esses dados pra três coisas:

  • entregar o material que você pediu;
  • enviar e-mails do universo Zenza e Karminha: práticas, novidades e, de vez em quando, um convite pra conhecer nossos materiais pagos;
  • entender o que funciona pra melhorar o que criamos.

A base legal é o seu consentimento, dado quando você envia o formulário. E ele não é pra sempre: todo e-mail que mandamos tem um link de descadastro de um clique. Saiu, saiu. Sem insistência.

No Meu Jardim a lógica é outra: ali os registros existem pra você, porque um cantinho sem memória não serve pra nada. A base legal também é o seu consentimento, dado quando você cria a conta, e ele se revoga apagando os registros ou a conta inteira.

Nas compras é diferente, e é bom que você saiba: ali os dados são usados pra cumprir o combinado (te dar acesso ao que você comprou) e pra cumprir a lei (emitir a nota fiscal). Por isso o CPF e os dados da nota continuam guardados mesmo se você sair da lista de e-mails: o fisco exige que a gente guarde.

O seu jardim, e por que ele é seu mesmo

No Meu Jardim você pode dizer como chegou no dia, marcar coisinhas que fizeram parte dele, guardar uma lembrança e, se quiser, caminhar perto de gente que você ama numa Clareira. Tudo isso fica guardado na sua conta, e a regra é simples: o que é diário nunca sai daqui, e o que aparece pros outros é só o seu cartão de entrada, que você desliga quando quiser.

Como você chegou no dia nunca aparece pra mais ninguém. Nem pra quem está na sua Clareira, nem por opção, nem num resumo. Esse registro serve pra uma coisa só: aparecer de volta pra você e ajudar o jardim a oferecer um passo menor num dia mais pesado. Ele não entra em nenhuma das opções de aparecer. Ele não vira segmentação de e-mail, não vira anúncio e não dispara oferta nenhuma. A gente também não usa isso pra tirar conclusão sobre a sua saúde: o Meu Jardim não é serviço clínico e não faz diagnóstico.

Na entrada do jardim existe uma parte que qualquer pessoa vê, mesmo sem conta, e ela funciona só com quem escolheu estar lá. Nos Jardins por aqui aparecem o primeiro nome, a foto e o signo de quem marcou a opção quero aparecer, junto de quantas coisinhas essa pessoa cultivou no dia. Desde 21 de agosto de 2026, essa opção já nasce ligada pra quem cria conta: o lugar existe pras pessoas se inspirarem umas nas outras, e uma entrada vazia não inspira ninguém. Desligar é um toque, na tela do seu jardim, e tira você de lá na hora, sem pergunta. Quem já tinha conta antes dessa data continua como estava: se você nunca ligou, você não foi ligado por nós.

Tocar numa dessas pessoas abre o cartão dela, com o que ela já deixou à mostra: a foto, o signo, as folhinhas do dia e os recadinhos que ela escreveu no mural.

Junto dela existe uma segunda opção, mostrar quais coisinhas eu cultivei, e essa já vem ligada: quando você escolhe aparecer, a lista do seu dia aparece no seu cartão pra quem tocar no seu jardim. É assim porque o lugar existe pras pessoas se inspirarem umas nas outras. Se preferir mostrar só as folhinhas, é um toque pra desligar, na mesma tela, e para na hora.

Com as duas ligadas aparecem também os seus livros: os que você começou ou terminou de ler entram no o que aconteceu por aqui hoje, e quem visitar o seu jardim vê a sua estante, com o título, o autor e a prateleira de cada livro. O que é escrita sua continua fora, sempre: a nota que você deu e o que você escreveu sobre cada livro ficam só com você. Quem vê pode guardar um livro seu na estante dela, e isso não conta nada de volta pra você.

Fora isso, o que aparece são os nomes das coisinhas e nada além: a sua lembrança do diário e como você chegou no dia continuam fora, sem opção que mude isso. E nada disso acontece se o quero aparecer estiver desligado.

Quem toca no seu cartão também pode mandar um carinho pro seu dia, dizer que amou o seu jardim ou marcar que viveu uma coisinha sua também. Esses gestos chegam só pra você, num aviso discreto dentro do jardim (e no seu aparelho, se você usa o app), com o primeiro nome de quem mandou e a foto de quem também escolheu aparecer; eles não aparecem pra mais ninguém e não existem se o quero aparecer estiver desligado.

Do lado do mural da entrada, o combinado é o seguinte: qualquer pessoa lê os recadinhos, e escrever exige conta, porque um mural sem assinatura vira caixa de spam numa tarde. O que você escreve ali aparece com o seu primeiro nome, à vista de quem passar. Sua foto e seu signo só entram nesse mural se você tiver escolhido aparecer nos Jardins por aqui; se não, fica o nome e uma florzinha no lugar do rosto. Apagar o seu recadinho é um toque.

O que você escreve no mural fica dentro do site. Se um dia a gente quiser mostrar um recadinho fora daqui, nas redes do Zenza e do Karminha, a gente pergunta antes, pra você, uma vez só: o pedido aparece no seu jardim com o seu texto à vista, e nada acontece sem o seu sim. Dizer não encerra o assunto, e não responder também: a gente não pergunta de novo pelo mesmo recadinho. Quando você autoriza, o que pode sair é exatamente aquele texto, com o seu primeiro nome e sem a sua foto, mesmo que você mude o recadinho depois. E se mudar de ideia, é só pedir: a gente tira do ar.

Sobre a foto, dois cuidados que a gente toma sem você pedir: ela é reprocessada no envio, o que apaga os dados escondidos que as câmeras costumam gravar no arquivo, incluindo a localização de onde a foto foi tirada; e ela fica guardada num endereço aleatório, que não tem seu nome nem seu e-mail. Trocar ou tirar a foto é imediato, e a antiga é apagada de verdade.

Na sua estante de leitura, o que é escrita sua é privado: as notas e o que você escreveu sobre cada livro ficam só pra você, sem opção que mude isso. Os títulos e autores aparecem pra quem visita o seu jardim apenas se você estiver com o quero aparecer e o mostrar quais coisinhas eu cultivei ligados; desligando qualquer um dos dois, ninguém vê o que você lê.

Dentro de uma Clareira, as pessoas veem que você passou por aqui hoje, os recadinhos que você deixa e os passos que você escolher contar, um a um. Elas não veem sua lembrança, seu histórico nem como você chegou. Entrar numa Clareira não publica nada do que você já viveu antes, e sair dela é um toque, sem aviso constrangedor pra ninguém.

Recadinho apagado sai da vista na hora. A gente mantém por um tempo o registro de que ele existiu, junto de quem apagou, só pra conseguir cuidar de denúncia e abuso. Se você pedir a exclusão da sua conta, isso vai junto.

Onde seus dados ficam

Seus dados ficam guardados em serviços que escolhemos a dedo, cada um com seu papel:

  • Neon (banco de dados) e Vercel (hospedagem do site e guarda dos arquivos, incluindo a foto do seu jardim): registram o seu pedido;
  • Resend (plataforma de envio de e-mail): entrega os e-mails que você aceitou receber;
  • Zoho Mail: nossa caixa de entrada, quando você responde ou escreve pra gente;
  • Mercado Pago: processa os pagamentos e é quem recebe os dados do cartão, que não passam pelo nosso site.
  • Firebase Cloud Messaging (Google): entrega as notificações no aparelho de quem usa o app e pediu pra ser lembrado. Guardamos só o endereço da notificação (um código do aparelho, sem nada seu dentro), e ele some quando você desliga o lembrete, sai da conta ou desinstala o app.

Não vendemos nem alugamos seus dados. Nunca. Eles não vão pra ninguém além dessas ferramentas de operação.

Cookies e rastreamento

O site usa apenas o essencial pra funcionar, como lembrar no seu navegador que você já pediu o kit (pra não te mostrar o mesmo convite duas vezes) e manter você conectado quando entra na sua conta. Não usamos cookies de publicidade de terceiros.

A gente também conta quantas pessoas passam por cada página, pra saber o que está ajudando e o que não está. Pra isso o site guarda no seu navegador um cookie nosso: um número aleatório, válido por até um ano, que só serve pra lembrar que aquele navegador já passou por aqui e por qual caminho chegou (por exemplo, um post do Instagram). Ele não guarda seu IP, não sabe quem você é e não sai do nosso próprio banco: nada vai pra ferramenta de anúncio nenhuma.

Se você pede um presente ou entra na sua conta, esse número passa a andar junto do seu cadastro, pra gente entender o caminho inteiro (chegou, conheceu, viveu) e melhorar o que criamos. Pedindo a exclusão dos seus dados, essa ligação vai junto.

Tem mais um, pequeno e passageiro: quando você marca a primeira coisinha no Meu Jardim antes de ter conta, o site guarda essa marcação no seu navegador por até 24 horas, pra ela não se perder se você decidir criar a conta em seguida. É só o passo que você marcou; ele some sozinho depois disso.

Seus direitos (todos eles)

A LGPD garante e a gente cumpre com gosto. Você pode, a qualquer momento:

  • saber quais dados temos sobre você;
  • corrigir algo que esteja errado;
  • pedir a exclusão completa dos seus dados;
  • revogar o consentimento e parar de receber e-mails.

Pra qualquer um desses pedidos, é só escrever pra ola@zenzaekarminha.com.br. Quem responde é gente de verdade, e a exclusão vale pra todos os serviços listados acima.

Apagar a conta você mesmo, agora, sem esperar ninguém: a página Apagar minha conta explica o que some, o que fica guardado por obrigação legal e faz a exclusão na hora, no site ou no app.

Quem cuida disso

Quem cuida dos seus dados é a equipe do universo Zenza e Karminha, no Brasil. Dúvidas sobre esta política? O mesmo e-mail de sempre: ola@zenzaekarminha.com.br.

Se algo mudar por aqui, atualizamos esta página e a data lá do topo. Respira: tá tudo bem.

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